quarta-feira, 24 de março de 2010

Relações públicas em alta

O futuro chegou para o profissional e para as atividades de relações públicas.

Cansados de ouvir que RP era a profissão do futuro os profissionais da área estão satisfeitos com a receptividade encontrada atualmente no mercado de trabalho. Embora ainda exista muito a conquistar, a profissão está deixando de ser o “patinho feio” da comunicação e demonstra pujança e vitalidade. A adoção de uma cultura de comunicação multimídia por parte das empresas trouxe um novo alento para os RP’s que tem se posicionado como estrategistas de comunicação e estão ascendendo a cargos no topo da pirâmide empresarial. Diversas matérias e artigos que circulam na grande imprensa falam da importância da atividade e de sua valorização pelas empresas.

As matérias destacam os salários dos profissionais do setor, como sendo os que conquistaram os maiores reajustes nos últimos tempos. Várias são as fontes que indicam os avanços conquistados. O conhecido escritor e consultor de marketing estadunidense, Al Ries, por exemplo, é um dos grandes entusiastas das RP’s. Ele afirma que “hoje, para a maior parte das empresas, RP é importante demais para ficar atrás da propaganda. Sob muitos aspectos, os papéis se inverteram. A propaganda é a continuidade das relações públicas, por outros métodos e, só deve começar depois que o programa de RP estiver implementado e em andamento.” E completa, “além do mais, as RP’s são bem mais baratas”. Os órgãos representativos da categoria também estão mobilizados, promovendo a reabilitação da profissão.

Em Minas Gerais, um mercado até então tímido para as relações públicas, está havendo um grande aquecimento e uma reação pró-ativa por parte dos profissionais mais experientes. Eles estão partindo para a constituição de empresas do setor: agências, assessorias e consultorias. A iniciativa está ampliando o mercado de trabalho e fazendo uma verdadeira sensibilização do empresariado quanto ao valor das RP’s para as suas empresas. Especialmente porque Minas é um dos maiores mercados brasileiros de empresas cuja demanda comunicacional é mais de ordem institucional – área em que as relações públicas apresentam as técnicas mais adequadas para se atingir os objetivos organizacionais. Ainda que a nomenclatura usada não seja a que designa a atividade e a profissão, são as práticas há muito identificadas e garantidas por lei, em conselho de classe, como típicas da profissão de relações públicas que poderão fazer a diferença para empresas e instituições com essas características.

Entre os serviços mais procurados, destacam-se: Diagnóstico Organizacional; Planejamento da Comunicação Integrada; Endomarketing; Pesquisa de Opinião; Publicações e Produções Audiovisuais Institucionais; Atendimento ao Consumidor; Assessoria de Imprensa; Propaganda Institucional; Marketing Corporativo, Cultural, Governamental e Político; Organização de Eventos e Ações Promocionais.


São os novos tempos da comunicação.

Fonte: O Norte.net - Eugênio Magno é Comunicólogo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Crise aquece setor de relações públicas pelo mundo


Christina Lima


As empresas de relações públicas norte-americanas têm experimentado um efeito colateral positivo da recessão econômica: profissionais de RP passaram a ser solicitados para não apenas apagar incêndios e gerenciar crises, mas também para participar diretamente da estratégia dos negócios.

De acordo com reportagem publicada na revista ‘The Economist’, embora algumas estatísticas apontem queda de faturamento e dispensa de funcionários no setor, nada se compara às perdas das companhias atendidas pelos RPs. Segundo a Veronis Suhler Stevenson (VSS), empresa de gerenciamento de fundos, os investimentos em relações públicas nos Estados Unidos cresceram 4% em 2008 e 3% em 2009, números expressivos se comparados aos da publicidade, uma escolha mais tradicional, responsável por gastos de 3% em 2008 e de 8% no ano passado.

O setor de RP está fazendo bonito, porque, entre outros fatores, sua operação é mais em conta do que campanhas publicitárias de massa e seu impacto nas mídias on-line e off-line pode ser facilmente mensurado. Como consequência desse momento favorável, as empresas de RP começam a invadir o território da publicidade: agora, além de tentar que seus clientes sejam mencionados na imprensa, elas ambicionam organizar eventos ao vivo, edição de blogs de empresas, lançamentos na web e outras ações. Christopher Graves, diretor da agência Ogilvy Public Relations Worldwide, arriscou dizer que, a partir de agora, ao observarmos os dois setores, ficará cada vez mais difícil distinguir onde termina o trabalho de um para começar o do outro.

“A tendência detectada pela revista ‘The Economist’ a respeito do significativo incremento do mercado de relações públicas nos Estados Unidos é reflexo do que a categoria vem discutindo já há alguns meses e, certamente, não se trata de uma realidade localizada apenas naquele país, mas de um fenômeno mundial em que a profissão está envolvida”, afirma Marcello Chamusca, diretor geral do Portal RP-Bahia e editor do Guia de Relações Públicas na Internet.

As transformações no cenário midiático também beneficiaram o mercado de relações públicas. Ficou ainda mais importante chamar a atenção do grupo cada vez menor de jornalistas que cobre negócios nos meios tradicionais e, ao mesmo tempo, ajudar as empresas a quebrar a resistência para tentar um novo modelo. Outro forte vetor de mudança é a ascensão da internet – que oferece mais ferramentas de medição do que a propaganda convencional – e das mídias sociais; muitas grandes organizações têm marcado forte presença em redes como Twitter e Facebook, supervisionadas pela equipe de RP.

De acordo com Chamusca, a tendência confirma que esse novo cenário – de decadência das mídias tradicionais e de crescimento da web – tem dado um grande impulso ao mercado, visto que o perfil do profissional de relações públicas que atua no contexto das organizações contemporâneas é mais conveniente para a atividade.

“A formação do RP é muito mais propícia para interagir nas mídias sociais, pois essas redes possuem uma arquitetura que privilegia a participação e que, por sua vez, necessitam de constantes técnicas de relacionamento para serem geridas. E quando o ambiente global é de crise sobressai-se naturalmente, a atividade que tem no seu DNA a mediação de conflitos”, comenta o também editor da revista digital ‘RP em Revista’.

FONTE: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=302&tipo=R

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Programas populares em Alagoas

Poliana Lima


A violência é um fenômeno que acompanha o trajeto histórico da humanidade, ocupando os diversos espaços da esfera social, produzindo grandes efeitos a nível local, nacional e internacional. A violência em Alagoas está intimamente ligada à formação econômico-social do Brasil, que atendeu ao projeto violento da colonização. A formação da sociedade alagoana foi diretamente influenciada por tal fato e a violência está presente em todo o seu processo de formação.

A violência é disseminada através da mídia por meio dos noticiários que revelam altos índices de criminalidade praticada por indivíduos de diversas classes sociais. Os programas populares se propagaram por todo o Brasil, atingindo todas as camadas sociais. E foram através desse novo segmento de jornalismo que a violência passou a ser explorada mercadologicamente por esses programas que ganhou grandes proporções no cenário nacional.

Na televisão esses programas surgem na década de 1990. Alguns exemplos desses programas são; “O Homem do Sapato Branco”, “O Povo na TV”, “Aqui Agora”, “Cadeia” entre outros. No final da década esses programas já haviam sido extintos e novos programas nesse segmento foram reelaborados surgindo assim o “Cidade Alerta”, “Brasil Urgente”, “Ratinho” e “Linha Direta”.

Em Alagoas, os programas com enfoque policial começaram no gênero radiofônico, em 1984, na Radio Progresso. Um de seus precursores foi o radialista Jeferson Morais, que na época trabalhava no jornal de Alagoas como produtor de polícia. Em 1990, ele e Cícero Almeida, então repórter, foram convidados pela TV Alagoas, na época afiliada da Rede Manchete, a implantarem o gênero na televisão alagoana.
Foi o inicio do Boletim de Ocorrência na TV. Em sua primeira edição contava com a apresentação de Jeferson Morais e reportagens de Denis Melo, Gonça Gonçalves, Odivas Santos e Cícero Almeida.

A TV Pajuçara, percebendo o crescimento desse segmento de programa, convidou Jeferson Morais para apresentar o Fique Alerta. Feito nos mesmo moldes do Plantão Alagoas (o programa Boletim de Ocorrência na TV atual Plantão Alagoas foi o pioneiro na cidade nos programas do tipo, sendo copiada por outras afiliadas e pela própria concorrente, TV Pajuçara, que lançou o Fique Alerta).

Existe a visão que caracteriza programas com o mesmo formato que o Fique Alerta como produções voltadas a um jornalismo popular. O jornalismo popular é aquele que carrega traços culturais de uma determinada sociedade e utiliza maneiras próprias de se dirigir ao seu público, buscando representar a cultura de fácil entendimento, de maneira que qualquer pessoa, independente de classe social ou cultural, compreenda a mensagem.

A imprensa contemporânea reivindica para si o posto de “quarto poder” pela ausência do poder público. Tal reivindicação faz parte de uma estratégia de empresarial, para encobrir seus interesses de empresa jornalística.

Esse novo modelo de programa lança mão de interpretações teatrais com a ajuda de recursos audiovisuais. Toda essa forma de comunicação permite ao expectador cobrar mais repressão policial e penas mais severas contra o “mal” que sobressalta homens e mulheres de “bem”.

Essa forma de falar da violência serve estrategicamente para reafirmar o papel da mídia como substituta do Estado, ao se compromissar com o resgate da cidadania, mostrando de forma sutil a ineficácia do Estado em resolver o problema da violência. No programa Fique Alerta existe um quadro chamado “Caixa Postal” ao qual o telespectador tem vez e voz para falar sobre o que está acontecendo em seu bairro e cobrar soluções dos Poderes Públicos.

Portanto os Programas Policiais apresentam-se como meios de comunicação que possuem ideologia, onde influenciam a população alagoana na compreensão do fenômeno da violência, a fim de adquirir audiência para efetivar seus interesses econômicos, tendo em vista que a notícia se configura como uma mercadoria que possui como objetivo final o lucro. Esse tipo de programa não possui o interesse de divulgar informações de “qualidade”, que permitam ao telespectador refletir sobre os fatos noticiados, a fim de que se torne um sujeito crítico que possa contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas junto aos Poderes Públicos a fim que a haja a amenização da violência.

Viviane Mansi: 'ferramentas colaborativas não são a solução para todos os males das empresas, e sim a conversa'


Christina Lima


Motivado pela divulgação de um estudo indicando que apenas uma em cada dez empresas envolve a área de TI em projetos de criação e manutenção de redes sociais na internet, o Nós da Comunicação ouviu Viviane Mansi, gerente de Assuntos Corporativos na indústria farmacêutica Merck Sharp & Dohme, consultora e professora de gerenciamento da comunicação interna na Faculdade Cásper Líbero.

Nós damos sequência à discussão após termos entrevistado Mauro Segura, diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil, para que ele comentasse o resultado da pesquisa. Veja em ‘Só 10% das empresas envolvem TI em projetos na web’.

Confira abaixo o que pensa Viviane Mansi sobre o tema.

Nós da Comunicação – Não envolver a área de TI em projetos de redes sociais nas empresas é certeza de ter retrabalho. Por quê?

Viviane Mansi – Porque, normalmente, as empresas já possuem guidelines do que é possível ser feito e do que não é. Um dos grandes problemas que temos ao trabalhar na Comunicação é que queremos usar as ferramentas colaborativas e uma série de novidades que, muitas vezes, esbarram nas políticas de segurança das empresas. Podemos ter um trabalho lindo com ideias maravilhosas, fechamos com o fornecedor externo, e a TI avisa: ‘sinto muito, mas não vai dar, não’. Essa situação acaba chateando a área de tecnologia, que deixou de ser considerada parceira na decisão. Nós falamos tanto de sinergia interna e, dessa forma, deixamos de fazer também nosso papel de provocar essa sinergia, e todos acabam perdendo. Se o projeto é para nascer direito, temos de envolver todas as áreas que são importantes no processo, e não há como negar que TI é uma área fundamental.

Nós da Comunicação – E como lidar com a fila de projetos a serem implementados pela TI que, em algumas empresas, chega a dois, três anos de espera?

V. M. – Trabalho em uma empresa cuja realidade é exatamente essa. Projetos novos entram numa fila que já acumula inúmeros outros. Mas temos de entrar em acordo. Em muitas situações, a TI diz: ‘ok, entendo sua necessidade de fazer isso já, mas não posso atender, toca por fora’ – e isso é muito diferente porque, dessa forma, o departamento não criará caso. Se a Comunicação prossegue à revelia, pode ter a certeza de que a TI vai boicotar o projeto.

Falamos tanto em confiança que, de alguma maneira, precisamos exercitá-la. Mesmo que o projeto em que estamos envolvidos seja tocado ‘por fora’, a TI pode, por exemplo, ajudar a encontrar o melhor fornecedor externo, aparar arestas internas para aprovar mais rápido, fornecer guidelines fundamentais de segurança para processos feitos fora etc.. Essa negociação é essencial de qualquer jeito. Muitos colegas de outras empresas comentam um problema que é bem real: a TI tem a ‘Política do Não Pode’ por causa da segurança, e, muitas vezes, ficamos chateados ao tentar fazer algo moderno, inovador, que vai ao encontro da proposta de diálogo das organizações, e chega alguém e diz que não pode. De qualquer forma, negociar para encontrar esse caminho estreito entre aquilo que preserva a segurança da empresa e o que ajuda os funcionários a se comunicar melhor também é nosso trabalho.

Nós da Comunicação – A TI bate muito na tecla da segurança, mas há outros fatores que justifiquem a resistência das empresas à incorporação de projetos de redes sociais?

V. M. – Há muitas resistências, e as da TI nem são as que causam mais problemas. Já a gestão das empresas, sim tem muitos receios com relação às redes sociais e com a questão de deixar os funcionários falarem livremente, por muitas razões: primeiro, por medo do que pode ser dito. Quem está em um cargo de gestão tem consciência de que muito do que os funcionários dizem pode ir contra opiniões e rumos da empresa, gerando uma grande discussão que a companhia pode não estar preparada para responder. Essa situação causa uma ‘saia justa’ que contribui para que os processos não caminhem rapidamente. Se a área de Comunicação, no início da conversa, ajuda a definir uma política com planejamento com relação às redes sociais, diminui essa insegurança da gestão. Quando essa gestão é mais aberta e transparente em suas práticas para falar, muito provavelmente ela conseguirá incluir isso como um dos elementos de comunicação interna de forma mais madura, rápida e eficiente.

Como gestão tem um histórico mais fechado, também fica mais difícil implantar tudo isso nas empresas. O mercado farmacêutico, por exemplo, historicamente, sempre foi muito fechado. Essa indústria passou a abrir um diálogo com a sociedade, com o governo, com imprensa há apenas 15 anos. Imaginarmos que é fácil e rápido implementar ferramentas colaborativas na empresa é um equívoco. Esse mercado exige mais energia dos profissionais que estão lidando com isso do que os que atuam em indústrias de serviços ou produtos, que já nasceram influenciadas pelo diálogo com o consumidor. A indústria de cosméticos discute produtos pelo Facebook ou Orkut, produtos são testados por consumidores antes do lançamento. Para esse perfil de empresa, criar uma rede interna de colaboração deve ser muito mais fácil, pois está no DNA daquilo que ela faz.

Nós da Comunicação – Por que a área de TI, hoje, é considerada tão importante como a área de Recursos Humanos?

V. M. – Muito da matéria-prima daquilo que interessa o funcionário sai de RH como benefícios, políticas, estrutura da empresa. De outro lado, tudo que fazemos hoje está ligado, de alguma maneira, à tecnologia. Por mais que eu, particularmente, acredite que comunicação face a face seja imprescindível e deva ser tratada como a mais importante dentro da empresa, quando temos uma situação em que grande parte dos funcionários não está no mesmo prédio ou nem sequer na mesma cidade, usamos a tecnologia para aproximar as pessoas por meio de videoconferência ou conectados no mesmo ponto. Até para o face a face tecnologia é essencial. Cada um deve contribuir com o que tem de melhor. O forte da Comunicação não é entender de tecnologia, e sim trabalhar com o técnico que sabe fazer isso bem feito para que a gente cuide daquilo que sabemos: discurso, diálogo, texto.

Nós da Comunicação – Por que a ainda não há uma integração ideal nos trabalhos das áreas de TI, RH e Comunicação?

V. M. – São muitas causas. Nem sempre as empresas têm estrutura de comunicação que, de fato, tenha condições de ajudar a operação. Para isso, é preciso uma área menos focada em produto, ou seja, menos fazedora de revista interna e assessoria de imprensa, e mais planejadora, que esteja de olho nos rumos que a empresa tomará, qual a forma adequada de se comunicar com os funcionários, enfim, mais estratégica. E esse não é exatamente o perfil que a gente encontra na maior parte das companhias. A partir do momento que existe uma área que chegou a esse estágio, o próximo passo é mostrar para as outras áreas que a Comunicação não compete com elas, e sim pode ajudar. Quando a Comunicação é vista como parceira nas horas boas e ruins, é uma quebra de paradigma. As outras áreas já começam a perceber que podemos oferecer propostas para diversos tipos de necessidades, e aí a verba aparece.

Nós da Comunicação – As redes sociais são uma evolução sem volta. Em sua opinião, como as empresas brasileiras estão lidando com elas?

V. M. – No geral, temos de dar tempo para o aprendizado. Em algumas empresas, ele é mais rápido porque dispõe de figuras internas que compram a ideia de tal forma que, por si só, motivam que outras a utilizem. Quando uma ferramenta colaborativa é lançada e os diretores participam bastante, de alguma maneira, eles criam um espaço seguro para os outros funcionários testarem e se abrirem também. Em organizações em que as ferramentas são colocadas à disposição, mas não há uma campanha atraente e o uso não é motivado, obviamente, não será a preferência de ninguém, por ser uma zona desconhecida, onde ninguém quer muito se meter. Mais do que fazer uma megacampanha incentivando todo mundo, se for possível demonstrar que é seguro participar e falar, todo mundo compra a ideia mais facilmente.

Devemos considerar também que há empresas com perfil de funcionário jovem, que já nasceu na era tecnológica, é da geração Y, e vai preferir se comunicar de uma forma rápida e clara. Outras companhias têm mais funcionários que não vêm dessa geração e preferem o olho no olho e a velha e boa conversa. Nessas empresas, é preciso avaliar se, de fato, a ferramenta colaborativa é a melhor opção ou se não devemos repensar o modelo de colaboração e organizar rodas de conversas, um estilo mais tradicional e que, provavelmente, para esse perfil de pessoas, seja mais eficiente. As ferramentas colaborativas não são a solução para todos os males, e sim a conversa. Mas, por meio tecnológico, a conversa resolve boa parte de nossos problemas porque diminui custo, é rápida, ativa e de mão dupla.


FONTE: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=269&tipo=E

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

2009 foi decisivo para novas abordagens no debate das ações de comunicação na era digital


Marcos Moura


Uma evolução importante na discussão das melhores ações de comunicação nas empresas e na academia. Assim podemos definir o que vivemos em 2009, que vai chegando ao fim e deixa a certeza de que o universo digital é uma realidade da qual ninguém poderá fazer vista grossa.

Debater a importância das novas ferramentas comunicacionais esteve e continuará no centro de nossa atuação. Como vivemos um período de transição, não há como prever o que de mais importante acontecerá em 2010; basta lembrar que o Twitter era pouco conhecido e utilizado por brasileiros em dezembro de 2008.

Temos certeza apenas de que continuaremos ouvindo o mercado e a academia e refletindo sobre como a comunicação pode, cada vez mais, aproximar públicos nas diversas áreas do conhecimento.

FONTE: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=294&tipo=R